Continuamos a pensar na morte daquele Deus: Trinta anos depois, E. Elias Merhige regressa a “Begotten”

Primeiro estranha-se e continua-se a estranhar: “Begotten” parece-nos ter saído de outra dimensão, um filme de vísceras e saído delas, que reclama pela vida que a Humanidade lhes retira, mitos modernos fundidos na ebulição dos nossos tempos … e assim foi a primeira longa-metragem de Edmund Elias Merhige. Estreou-se num festival experimental de Montreal e…