Paula Tomás Marques entre a representação e o fantasma da João Liberada: “não há, na História, uma construção de imaginário feliz para pessoas trans”

Paula Tomás Marques fala sobre os silêncios do arquivo inquisitorial, a representação trans entre a violência histórica e o gesto de resistência, e um realizador paralisado como acto de interferência … quase divina, acrescenta-se … e sobre essa provocação desconfortável: será a ficção, por vezes, mais honesta do que a própria História? João Liberada nunca…