Uma conversa com Lília Lopes.
Quase se perdeu a alma numa floresta qualquer, em geografias não identificáveis. Pelo meio, o teatro de revista, primeiro ocultado, depois confessado como desejo, porque ser popular não é nefasto, no Cinema a história é outra. Lília Lopes, actriz, escritora e jurada dos Prémios Curtas, falou-nos de algumas delas, numa conversa com birras e milho tostado para o paladar, naquele “lugar do costume”. Foram os processos criativos, as origens e as mulheres fregueses das páginas do seu “O Meu Verbo é Ir”. No final, há o costume da vénia ao título do programa, as Bolas Pretas, ou melhor, à procura delas, deitando mão à popularidade de títulos que constituem o frágil esqueleto dos cinéfilos de ocasião. As coisas movimentam-se, tudo se extingue e o tempo é uma incógnita para as narrações, só que aqui, o Cinema é o propósito, ou a desculpa da conversa … tchim tchim … tilintam os copos, promessas de um regresso, talvez sim, ou talvez não. Ou Ítaca ao longe, mesmo com uns quantos escarros guardados para Nolan. Enquanto isso, vamos defender o popular, a arte de fazer feliz quem dela aproveita … e porque não!?
Material de Apoio
O livro de Lília Lopes, “O Meu Verbo é Ir”, pode ser adquirido aqui: O Meu Verbo é Ir de Lília Lopes – Livro – WOOK
Entrevista a Manuela Serra, realizadora de “O Movimento das Coisas”: https://cinematograficamentefalando.com/2021/06/16/manuela-serra-a-corrida-pelo-desenvolvimento-leva-nos-ao-esquecimento-de-coisas-meramente-importantes/
Canal da banda ‘Os Barbosas’ (O Sindicato da Morte): Os Barbosas (O Sindicato da Morte) – YouTube
O filme “A Floresta das Almas Perdidas” poderá ser visualizado aqui: A Floresta das Almas Perdidas – Filmin
Trailer da mencionada curta “Calhau” de Paulo Abreu: CALHAU TEASER | Vídeos e Filmes no Vimeo e de “Atom & Void” (ou “a curta das Aranhas”) aqui: Atom & Void by Gonçalo Almeida | Vídeos e Filmes no Vimeo
“Polígrafo”
Julie Delpy imita Nina Simone na última sequência de “Before Sunset”

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