
Um realizador acossado na lente de um americano
“Nouvelle Vague” não nos chega como um evento sísmico no panorama cinematográfico, nem, à luz da sua reconstituição, se devem esperar transgressões ou reconfigurações do cinema moderno (ou pós-moderno), fiquemo-nos então pelo brinde, pelo ‘miminho’ que Richard Linklater nos atira como guloseima. A premissa é simples: a trupe dos Cahiers du Cinéma dá o passo largo para o outro…
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