Dea Kulumbegashvili: “sou feminista, sou mulher, e esse olhar atravessa naturalmente o meu cinema.”

A georgiana Dea Kulumbegashvili desafia sensibilidades numa viagem, literalmente uma, pelas monstruosidades convertidas pelas nossas “boas intenções”. Um filme com o tema do aborto em modo latente, e uma mulher que vai desintegrando a sua Humanidade, pouco a pouco, até que um abraço a libertará … assim prometem, não saberemos se tal será cumprido. Do…


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