Béla Tarr (1955 – 2026): eis a minha rosa atirada à tumba

“Descobri” Béla Tarr no Exército. Recordo como se fosse ontem: uma crise descomunal de insónias. Tentei de tudo, comprimidos, corridas nocturnas pelo mato do quartel, álcool, trocas de serviço de porta de armas, até filmes chatos tentei. Nada! Não conseguia dormir. Certa noite, já conformado com a minha derrota, vi “O Cavalo de Turim”. Li algures elogios,…

Pedro Almodóvar entre sexo e cirurgia!

Tão diferente e, no entanto, inconfundivelmente Almodóvar. Em “La piel que habito” há, quase, um regresso à ironia e às envolvências…