Solveig Nordlund: “o Teatro da Cornucópia foi um projecto ambicioso, não era uma peça aqui, uma peça ali. Eles tentaram construir uma linha.”

Retirado da mochila, um livro alongado de capa vermelha com um fotograma de “Dina & Django” (1981), pedi que me assinasse; antes de o fazer, Solveig Nordlund folheou o catálogo da sua obra com um brilho nos olhos, como se revisitasse memórias em modo acelerado, um pequeno joguete, o júbilo de ter uma consagração, uma…


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